Pêgo da Moura

Sustentabilidade em Cada Etapa: A Abordagem da Pêgo da Moura

Na Pêgo da Moura, a sustentabilidade não é um conceito de marketing — é um compromisso que guia nossas decisões na vinha e na adega todos os dias.   Acreditamos que grandes vinhos começam com solos saudáveis, ecossistemas equilibrados e um profundo respeito pela terra. É por isso que muitas das tarefas em nossas vinhas são realizadas manualmente, permitindo-nos trabalhar com precisão e minimizar intervenções desnecessárias. Da poda à seleção das uvas, a atenção humana permanece uma parte essencial da nossa filosofia. Na vinha, buscamos reduzir nosso impacto ambiental limitando o uso de pesticidas e aplicando tratamentos apenas quando realmente

Pêgo da Moura

A Vinificação na Península de Setúbal Há 100 Anos: Uma Tradição Enraizada na Terra

Hoje, a Península de Setúbal é reconhecida como uma das regiões vinícolas mais distintas de Portugal, celebrada pelos seus diversos terroirs, castas autóctones e património vitivinícola secular. No entanto, os vinhos que apreciamos hoje são o resultado de gerações de viticultores e enólogos cujo trabalho, conhecimento e resiliência moldaram a região muito antes de a tecnologia moderna chegar às vinhas ou às adegas. Há um século, a viticultura na Península de Setúbal era uma atividade muito diferente — profundamente ligada aos ritmos da natureza, ao trabalho manual e às tradições locais transmitidas de geração em geração.   Uma Paisagem de

Pêgo da Moura

A Alma Sob a Videira: Como os Solos Xistosos Moldam os Vinhos da Pêgo da Moura

Nascido nos solos xistosos e antigos da Serra de Grândola e refrescado pela brisa do Atlântico, o Alfaiate Branco (da Pêgo da Moura) é um vinho feito à moda antiga.

Criado a partir do lote de Arinto, Antão Vaz e Galego Dourado, combina uma mineralidade marcante, uma acidez vibrante e notas elegantes de flores e frutos exóticos. É um branco seco, estruturado e com um excelente potencial de guarda.

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O Perfil Intemporal do Alfaiate Branco: Um Vinho à Moda Antiga Nascido no Coração de Grândola

Nascido nos solos xistosos e antigos da Serra de Grândola e refrescado pela brisa do Atlântico, o Alfaiate Branco (da Pêgo da Moura) é um vinho feito à moda antiga.

Criado a partir do lote de Arinto, Antão Vaz e Galego Dourado, combina uma mineralidade marcante, uma acidez vibrante e notas elegantes de flores e frutos exóticos. É um branco seco, estruturado e com um excelente potencial de guarda.

Pêgo da Moura

O Casamento Entre a Serra e o Mar: Como o Terroir e a Paixão Moldam os Vinhos da Pêgo da Moura

As vinhas da Pêgo da Moura são o coração de onde nasce toda a magia. Situadas nas encostas da icónica Serra de Grândola, estas vinhas crescem num cenário desafiante, moldado por solos de xisto antigos e pobres, que exigem o máximo de resiliência a cada videira.

O grande segredo deste terroir é o seu microclima único. Ali, a dureza da serra encontra a frescura e a humidade da brisa do Oceano Atlântico.

Pêgo da Moura

Vinhos que contam histórias por Rui Falcão

O mundo do vinho move-se por paixão e vocação, um microcosmos único onde quem entra o faz por escolha e ardor. É nesta busca por identidade, longe de modas passageiras ou da reprodução mecânica do que os vizinhos fazem, que nasce o novo Alfaiate Branco.

Mais do que um vinho, este branco é um projeto coerente e arrojado que desafia a normalidade. É um tributo à autenticidade: um vinho profundo, carregado de personalidade, que ressuscita e confirma castas portuguesas com uma assinatura muito pessoal.